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Mostrando postagens com o rótulo Review

Machick 2 - Análise/Review

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  Machick 2 é um Roguelike-Survivor brasileiro com a jogabilidade inspirada em Vampire Survivors, mas, na minha opinião com muito mais carisma e humor. O nome eu acredito ser a abreviação de Magic Chicken 2 ou, em português, Frango Mágico 2, mas eu acho que ficaria mais legal alguma coisa como Galima, juntando as palavras 'galinha' e 'mágica'.   Aí eu fico imaginando um mago, tipo aqueles que aparecem em Conan, perto de uma fogueira, durante a noite, falando cada sílaba pausadamente e em tom sombrio: ga-li-ma, Ga-Li-Ma, GA-LI-MA. Deixando os devaneios de lado, antes de começar a análise, existem dois aspectos muito importantes  que têm que ficar claros: primeiramente, pelo que eu pude perceber, o jogo ainda não está 100% pronto. Todos os elementos de jogabilidade parecem estar ali, mas as animações, os filminhos que o jogo teria, não apareceram pra mim. Ao invés disso, tem uma tela daquelas bem antigas de tevê de tubo, de quando os canais abertos não tinham nada pra pas...

Resident Evil 4 (2005) - Análise/Review

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Antes de começar, eu me sinto obrigado a lembrar que Resident Evil 4 (2005) é recomendado somente para pessoas com 18 ou mais anos de idade. Dito isso, vamos para o texto! Eu que juntei os elementos disso, então se estiver errado, paciência. Todo o tempo que eu morei com meus pais, eles tentavam evitar que eu e meus irmãos jogássemos coisas de terror ou com muita violência. Eles não deixavam, mas, com o coração mole toleraram alguma coisa mais leve tipo uns briga de rua do nível de Streets of Rage e, de vez em quando, eu podia alugar ou emprestar um Street Fighter. Na frente deles, todo tiro, porrada e bomba da minha jogatina nunca foi pra além disso. Enfim, eu joguei muita coisa escondido, em casa ou quando visitava amigos e vizinhos, mas não foi tanto assim. Eu testei uns jogos de tiro, arranhei Mortal Kombat, tive uma meia hora de Carmagedon, GTA 2 e outros jogos que os velhos não deixariam eu aproveitar na tevê da nossa sala. Mas nada disso não me interessava muito. Os únicos jogos...

Fallout 3 - Game of The Year Edition - Análise

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No jogo, James, pai do personagem principal, é dublado por Liam Neeson e sai do refúgio que você viveu a vida toda. Sem nenhuma pista, você cai no mundo e tenta encontrá-lo em uma BUSCA IMPLACÁVEL! Fallout 3 é um marco na atual era dos videogames. Analisando bem, dá pra dizer que é que um dos melhores resultados em passar uma franquia de RPG isométrico e por turnos para tiros em primeira pessoa, apesar de diversas falhas técnicas inacreditáveis, mas que passam despercebidas para quem consegue mergulhar no mundo pós-apocalíptico criado na década de 1990 pela Interplay e trazido de volta a vida, em 2008, pela Bethesda. Ele também foi o jogo de estreia do meu primeiro notebook, comprado em 2010 para fazer os trabalhos da faculdade. A coisa era feia: a máquina rodou Fallout 3, sofrendo, em 800x600 e literalmente com todas as configurações gráficas no mínimo. Eu mergulhei tanto nesse mundo pós-apocalíptico que pedi uma Nuka Cola na lanchonete do trabalho uma vez, sem querer.

God of War Ragnarök - Análise/Review

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 God of War (2018) é um sucesso de público e crítica. Este jogo tem o terceiro maior número de vendas do PlayStation 4, 19,5 milhões, atrás somente de GTA V, 24 milhões, e Marvel's Spider Man, 22 milhões. O primeiro capítulo desse  soft reboot  da história de Kratos é sensacional: gráficos perfeitos para a geração, uma nova câmera, novas mecânicas,  gameplay  maravilhosa e uma história contada de maneira que é difícil achar partes do roteiro que mereçam sequer um retoque.

Absolum - Análise

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Como eu sou meio atrasado com os games, só peguei Streets of Rage 4 pra jogar agora em 2025 e gostei bastante. Pra quem não sabe, ele foi lançado em 2020 e, por mais que eu voltar pra esse clássico tenha demorado, ele se tornou um dos meus títulos preferidos de todos os tempos. Depois de mais ou menos 50 horas, eu finalmente consegui fazer todas as conquistas e alcançar a platina. Mesmo assim voltei a jogar algumas vezes de tão bom que ele é. O que restou nessa ressuscitação do gênero de Beat'em Ups, ou briga de rua mesmo, foi realizar alguns desafios pessoais e passar o tempo com alguma coisa familiar. Só que um jogo desses consegue ser novo, nostálgico e ainda deixou aquele gostinho de 'quero mais', aquela vontade de experimentar mais, mas não qualquer coisa, tem que ser parecido, tipo uma continuação. Aí, eu já tinha recebido propagandas e visto alguns vídeos de Absolum, que é o mais novo lançamento da Dotemu.

Streets of Rage 4 - Análise

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Streets of Rage foi uma série de 3 jogos beat'em up, briga de rua ou briderrú, desenvolvida e lançada pela Sega para o Mega Drive na primeira metade dos anos 1990. O título original, no Japão, é Bare Knuckle, que significa alguma coisa próxima de 'punhos nus', e fez um sucesso razoável naquela época, considerando que o alcance dos videogames era muito menor do que é hoje.

Immortals Fenyx Rising - Review/Análise

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Já fazia uma bom tempo que eu não jogava ou tentava, sem sucesso, jogar um título da Ubisoft. Pelo menos 14 anos. Immortals Fenyx Rising é um jogo razoável, então, talvez, eu devesse ter dado uma chance para algum jogo desta empresa um pouco antes. Então, por causa de todo esse tempo que eu passei longe da maior desenvolvedora de games da França, é muito provável que muitos dos problemas que eu liste aqui não sejam do jogo em si, mas da filosofia de design da Ubisoft. Caso seja só a nota e o veredito tudo que importa pra você, então aqui vai: Fenyx Rising é um jogo razoável, bom até. Com certeza ele não merece menos que três estrelas. Ele tem uma série de probleminhas que vão deixando a experiência com um gosto estranho. A história é bem humorada e é gostoso de jogar, mas tem tantas técnicas pra tentar te segurar jogando, pra fazer o jogador ficar na frente da tela o máximo possível, que ele parece aquela tarde que você perdeu rolando o feed de uma rede social. Pronto! Achei o meu vere...